Eis uma forma simples (não necessariamente barata) de dar um toque pessoal e mais radical ao A1:  utilizar aplicações em platina e um kit estético.

Destacar um Audi de outro Audi já não é fácil, porque visualmente são todos muito parecidos. Portanto, se quer distinguir bem um A1 dos outros A1, talvez tenha que recorrer a um “kit” de personalização com detalhes estéticos diferenciados. Veja o exemplo deste A1 Sportback, com pintura branco glaciar e a junção de duas linhas de acessórios: faixas platinadas no arco do tejadilho, embaladeiras, para-choques, na tampa da mala e nas soleiras das portas; junte os faróis de LED atrás, as jantes de 17” e o pacote que inclui o sistema multimédia no interior, o volante multifunções e o computador de bordo; e assine o cheque de 2800€. Sobressai como algo de diferente, mas fatalmente um A1 será sempre um A1, mesmo com este visual mais radical. Se preferir cores mais berrantes, tem que consultar o catálogo de personalização da Audi, mas não há muito mais escolhas.

Onde não há alteração radical é na experiência de condução deste pequeno Audi, que é enérgico, ágil no trânsito urbano e fácil de manobrar, mas também muito sensível à quantidade de vibrações e ruído produzidos pelo motor. Claro que a escolha do 1.4 TDI tem outro propósito e está muito mais vocacionado a poupar do que a sprintar. Nesse aspeto, voltou a destacar-se pela positiva, concluindo o teste com ótimos valores de consumo em estrada e uma média inferior a 5 l/100 km. O aspeto exterior pode querer mostrar ser diferente, mais radical e desportivo, mas o A1 é, primeiro e acima de tudo, um carro de cidade, destinado a ser despachado, mas frugal.

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